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Conhecendo nosso padroeiro:

São Martinho nos ensina a viver a CARIDADE

Impelido com extraordinária força, pelo amor a Deus, a caridade de Martinho com os outros não tinha limites.

Ele era a própria imagem da caridade. Dentro do convento, ele atendia a cada um dos frades com incansável   dedicação, a tal ponto que os indivíduos mais exigentes não podiam resistir a sua gentileza e afabilidade. Mas não   existem palavras para descrever a caridade de Martinho para com os pobres, que encontrava abandonado nas ruas,   sujos e famintos. Levava-os para o convento, dentro do seu quarto, banhava-os, vestia-os e alimentava-os. Todo   dia na hora de almoço uma grande multidão vinha à porta do convento, esperando frei Martinho para dar-lhes de   comer.

Antes de distribuir a comida ele usava fazer a bênção e pedir: “Senhor na sua infinita misericórdia faça-os   aumentar”. As vezes aparecia com uma panelinha de sopa, com quatro ou no máximo seis porções, tudo que poderia arrecadar na cozinha, e chegava a encher as tigelinhas de mais 200 pobres. Era tal o zelo de Martinho que o superior viu-se obrigado a proibir-lhe que continuasse, pois não podia permitir-lhe transformar o convento em asilo de desamparados.

      Mas a caridade de Martinho não conhecia limites, ele recorreu a sua irmã Joana, que se havia casado, e que o marido residia em uma grande casa fora da cidade. Para lá levava agora os infelizes que encontrava em seu caminho.

     Um dia encontrou um índio bastante ferido, estendido no chão esvaindo-se em sangue. Levá-lo para a casa da irmã Joana era longe, não aguentaria. E agora o que fazer? Martinho não hesitava, carregou-o para o convento entrando pela porta do fundo para evitar ser visto pelos frades. Levou-o para o seu quarto e colocou-o em sua cama. Mas toda precaução de nada serviu, pois, um companheiro viu tudo e contou o fato ao superior. Martinho foi logo chamado, repreendido pela desobediência, recebendo uma penitência. Humilde como sempre, ajoelhou-se, beijou o chão e cumpriu com amor a penitência imposta pelo superior.

    Dias depois fazendo limpeza no quarto do superior Martinho renovava suas desculpas dizendo: “Perdoe-me, meu Pai, e tenha bondade de esclarecer-me. Eu não sabia que o preceito da obediência prevalece sobre a caridade”. Como não há nada que supere a caridade, o superior ficou impressionado com as palavras de Martinho e achou melhor permitir-lhe exercer sua caridade. Ainda outra vez, ele encontrou-se com um pobre no último estado de miséria. Martinho levou-o para seu quarto e colou-o em sua cama. Um irmão converso ao ver isto ficou tão chocado e perguntou-lhe como tinha coragem de deitar um homem tão sujo na própria cama. Então Martinho lhe respondeu: “Meu irmão, os lençóis eu poderia facilmente lavar com sabão e água; mas nenhuma torrente de lágrimas pode lavar a mancha da alma, deixada pela falta de compaixão”.

    Continuamos no próximo boletim a vida e santidade de nosso padroeiro lembrando que no mês de novembro será a sua festa litúrgica dia 03 de novembro, desde já peçamos sua interseção...

 

Pe. José Airton de Oliveira

             Pároco

Paróquia São Martinho de Lima

 

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